Reinventar Portugal: Paulo Côrte-Real assina o texto “A lei e a parentalidade”
Se a vontade recíproca é suficiente para estabelecer relações familiares iguais e simétricas entre pessoas adultas, qual deveria ser então o critério nas relações familiares que envolvem crianças e que são por natureza assimétricas? Como é que o Estado deveria reconhecer um vínculo de parentalidade? São estas algumas das questões exploradas no texto em questão, no qual a perspetiva biologista dos vínculos parentais é fortemente contestada. Vale mesmo a pena ler. E refletir.
Aliás, Reinventar Portugal é uma viagem aprazível pelos caminhos da reinvenção de Portugal. Várias personalidades foram convidadas a reflectir sobre Portugal como um mundo essencialmente dúplice, preso por um lado nas malhas de uma pretensa e férrea necessidade, votado por a reinventar-se a caminho do seu futuro.
O livro, editado pela Estampa, está já à venda nas ivrarias, incluindo online.

Partilha as tuas impressões!